sábado, 7 de julho de 2012

O Que Você pode fazer para Mudar o Mundo?

Comece mudando a si mesmo!
Ninguém muda o mundo se não consegue mudar a si mesmo...
Cuide da Saúde do Planeta. Não desperdice água, não jogue lixo no lugar errado, não maltrate os animais ou desmate as árvores.
Nascemos no mesmo planeta, compartilhamos com ele os mesmos efeitos e consequências de sua exploração.
Sejamos responsáveis: não culpe os outros pelos seus problemas, não seja oportunista, não seja vingativo.
Quem tem um pouquinho de bom senso percebe que podemos viver em harmonia, respeitando direitos e deveres...
Acredite em um mundo melhor!
Coragem, Honestidade, Sinceridade, Fé, Esperança são virtudes gratuitas que dependem de seu esforço e comprometimento com sua Honra e Caráter.
Não espere recompensas por estas virtudes, tenha-as por consciência de seu papel neste processo.
Tenha Humildade, faça o Bem, trabalhe.
Não tenha medo de errar, com humildade se aprende, fazer o bem atrairá o bem para você mesmo e trabalhando valorizarás o suor de teu esforço para alcançar seus objetivos.
Busque a Verdade, uma posição realista frente aos obstáculos, uma atitude positiva diante da vida.
Defenda, participe, integre-se à luta pacífica pela Justiça, Paz e Amor.
Um mundo justo é pacífico, e onde há paz pode-se estar preparado para viver um grande Amor.


RODRIGO BENTES DINIZ
Reflexão selecionada pela equipe SC Coaching

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Delegar tarefas é diferente de delegar responsabilidade.

RH e Consultoria Linguística.


Até meados de 1990 o Brasil era um país onde as empresas e as pessoas podiam enclausurar-se em seus territórios e viver da ilusão de que quanto mais independentes da tecnologia, das negociações e do intercâmbio cultural, melhor. De lá para cá, todos sabemos o que aconteceu: a globalização dos mercados. Logo no início do processo de abertura do mercado brasileiro ao mundo, e das oportunidades que isso representava, as empresas, especialmente as multinacionais, foram as primeiras a dar atenção à capacitação em idiomas de seus colaboradores. Coube obviamente ao RH o papel de tornar este sonho realidade e em pouco tempo ele centralizava todas as atividades relacionadas ao treinamento em idiomas, desde a política interna ao controle do progresso de seus colaboradores em curso.

Como não dominava a nova expertise, o RH passou a contratar funcionários para realizar essa tarefa que, além de tomar muito tempo, os impedia de cumprir a sua missão na empresa: agregar valor. Apesar dos esforços, os resultados ou ficavam aquém das expectativas ou simplesmente não foram mensuráveis o suficiente para justificar seu custo elevado. A reengenharia, e posteriormente o downsizing, acabaram contribuindo para a redução no efetivo do RH e, conseqüentemente, a descentralização do treinamento. E foi nesse momento que surgiu o dilema: como gerenciar o investimento sistemático em treinamento com um staff reduzido, sem expertise em idiomas, e ainda por cima apresentar os resultados desejados pela empresa? Solução: a terceirização.

Em questão de meses o gerenciamento do treinamento passou para as mãos de uma consultoria, ou seja, totalmente descentralizado. A tentação de jogar o "pepino" para as mãos de terceiros era simplesmente muito grande para ser recusada. De fato, no início tudo parecia andar às mil maravilhas, o casamento perfeito. Mas como um diretor de uma empresa relatou um belo dia o castelo ruiu. "Fui convocado para uma reunião de emergência," disse ele, para discutir o problema de um gerente comercial da nossa empresa detido pela polícia de Nova Iorque”.

O tal gerente havia sido convocado para fazer uma apresentação na matriz nos Estados Unidos e não nos preocupamos com o inglês dele, pois ele havia feito um ano de curso intensivo. Acontece que, com vergonha de admitir que ainda não falava inglês o suficiente para fazer a apresentação (ele havia faltado à maioria das aulas), e provavelmente com medo de perder o emprego, ele não nos informou do problema. Passeando por Nova Iorque, o gerente foi abordado na rua por um policial que solicitou seus documentos, os quais ele havia deixado no hotel por questão de segurança. Sem falar uma palavra de inglês, e sem conseguir explicar o que estava fazendo nos Estados Unidos, o policial, acreditando tratar-se de mais um ilegal no país, levou-o ao departamento de imigração. Uma vez lá, com a ajuda de um tradutor, conseguiu contatar a empresa no Brasil".


Alguns dias depois começava na empresa a inevitável caça às bruxas: sem o controle sobre os cursos, o RH havia presumido o óbvio: que após um ano de curso intensivo o gerente deveria ter mais que condições ideais para se comunicar em inglês. Mas não tinha. Descobriu também que é possível, sim, delegar as atividades do treinamento, mas que a responsabilidade pelo resultado ainda continuava sua.

Em todos esses anos de consultoria lingüística, pudemos observar grandes mudanças, poucos resultados e muitos modismos. A tendência agora é encontrar o ponto de equilíbrio, o meio termo, entre o processo centralizado e o descentralizado e eis que surge uma velha conhecida nossa: a parceria. Afinal, a consultoria lingüística é uma ferramenta gerencial que deve dar suporte ao RH e não substituí-lo.

Desta forma, lamento informar, mas se o RH deseja obter resultados eficazes no treinamento e no gerenciamento de idiomas ele vai, sim, ter de voltar a por a mão na massa. Mas é possível fazer isso sem comprometer seu staff e com total eficácia. Portanto, se você está pensando em colocar a casa em ordem, e para isso contar com o suporte de uma consultoria lingüística, aqui vão algumas dicas:

1 - Todos os envolvidos devem ter acesso à informação antes monopolizada no RH ou na consultoria. A informação acelera o processo e leva a empresa para uma economia de tempo real que substitui os gastos com a demora;

2 - É preciso substituir a produção em massa em direção da produção sob encomenda e com maior valor agregado. Lembre-se, sua empresa é diferente de qualquer outra e a consultoria precisa saber diferenciar essas peculiaridades;

3 - Apesar de parecer óbvio, opte por qualidade. O que a consultoria vende é o aumento da sua produtividade e se o que ela cobra for muito barato, duvide da eficácia do remédio. Esteja preparado para alocar algo entre 10% e 20% do seu budget em treinamento para a consultoria;

4 - Na parceria, todos agregam valor, e de forma mais significativa, o cliente também. Se o cliente, maior interessado no sucesso da parceria, não planejar nem priorizar seu investimento a médio e longo prazo de nada adiantará selecionar um bom parceiro;

5 - A origem das consultorias linguísticas deve-se também à incompetência das escolas de idiomas. Se elas tivessem apresentado resultados lá atrás, não haveria necessidade de contratar uma consultoria hoje em dia. A proliferação de escolas de idiomas oportunistas e sem um padrão qualitativo nos anos 90 está acontecendo hoje em dia no setor das consultorias;

6 - O sucesso da parceria depende de um esforço total e não de ações isoladas.

O fato é que na parceria consultoria/empresa ambos devem estar comprometidos e somente terão sucesso se investirem tempo e recursos no treinamento. Consultorias e empresas devem encarar esse esforço de preservação como um verdadeiro trabalho em parceria. Trata-se, em realidade, de falar o mesmo idioma.

Fonte: Site rh.com.br
Reflexão selecionada - Equipe SC Coaching

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Minhas escolhas, história e missão!



Cursei Psicologia na American College of Greece.

Comecei a trabalhar na empresa da família antes de acabar a faculdade e resolvi, depois de alguns anos de trabalho e tomado o gosto para os negócios, cursar MBA na Middlesex University em Londres.

Vivi dois anos em Londres e lá participei do Processo da Quadrinidade, o Processo Hoffman, que mudou minha vida. Percebi que o que vim fazer nessa existência é evoluir de uma maneira holística e ajudar as pessoas a minha volta a evoluírem também.

De volta à Grécia e trabalhando como diretora de marketing, completei 5 anos de Especialização em Psicoterapia Corporal pelo método da Biossíntese e atuei como Psicoterapeuta tanto em São Paulo quanto em Atenas.

Mas algo ainda faltava, pois meu desejo era integrar minhas experiências de terapia com as de administração de empresas. Foi quando descobri o Coaching e me dediquei a receber o Advanced Diploma in Life and Executive Coaching (Diploma Avançado em Coaching Executivo e Pessoal) da Kingstown College na Irlanda.

Pouco depois de iniciar a carreira de Coach, participei do workshop de Practitioner em PNL e hoje sou practitioner licenciada pela “The Society of NLP” pelo criador da PNL, Richard Bandler.

Meu maior prazer é servir de canal para a evolução dos indivíduos ao meu redor.

Coach Elena A. 
Life e Business Coach
Equipe SC Coaching


Elena Anargyrou tem formação em Psicologia pela American College of Greece, especializada em psicoterapia corporal pelo método Biossíntese, MBA em Administração de Empresas pela Middlesex University, Life and Executive Coach pela Kingstown College, Practitioner em PNL pela Society of Neuro Linguistic Programming. Life e Business Coaching - Equipe SC Coaching.

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