Tudo o que seus colaboradores fazem é de sua responsabilidade. É você quem os contrata, orienta e treina. Se percebem que você valoriza a criatividade, eles ousam. Ao entenderem que você despreza a desorganização se organizam. Quando descobrem que você é centralizador, largam tudo nas suas mãos para alimentar sua “fome” de poder e deixar que você assuma tudo sozinho. Tanto os acertos quanto os erros.
Você troca de colaboradores, muda controles, grita com todo o mundo, mas as situações se repetem. As mesmas. Sempre.
A única saída que realmente funcional é, mudar a si próprio.
Se você diz: Não aguento minha equipe, todos vivem dando desculpas o tempo todo”, pare e observe se você também não está sempre se desculpando: “Com esse governo…com essa crise…com essa concorrência…”
Se você acha a sua equipe incapaz…
….será que a incapacidade(de formar uma equipe capaz) não é sua?
Quem planta milho colhe milho. Se você está colhendo problemas, pode ter certeza de que plantou problemas. A vida de uma pessoa só muda quando ela é capaz de mudar interiormente.
Na verdade, a cada minuto você escolhe como vai ser a sua vida. Seu destino é criado com base em cada decisão tomada. Muita gente, no entanto, tem medo de decidir e de assumir consequências de seus atos.
Fica com medo de arriscar e não acredita na própria capacidade de realizar a vocação.
Geralmente, são pessoas que, na infância, escutaram muitos nãos: “não se atreva! “Não dê palpites em assuntos que você não conhece”. Mas tarde, só sabem reconhecer o que não querem fazer.
Eu só sei que não quero lidar com números.
Eu só sei que não quero ninguém mandando em mim.
Eu só sei que não quero trabalhar com meu pai.
São firmes no que não querem fazer, mas completamente indecisas sobre o caminho a seguir. Vivem se torturando, sempre insatisfeitas, reclamando de tudo.
Falam que vão mudar, mas jogam seu tempo fora reafirmando apenas o que não querem.
Outras não conseguem decidir porque se mobilizam com base apenas no que os outros pensam. Querem agradar aos outros, mas não conseguem agradar a si mesmas.
Não desperdice sua vida procurando a aprovação alheia. Descobrir o que essa decisão representa, também.
Você quer ser treinador de futebol. Tudo bem, mas saiba que isso pode prejudicar a sua convivência com a família.
Você gostaria de ser gerente. Ótimo, mas vai ter de aprender a lidar com as pessoas.
Definir o que se quer facilita a vida.
Há muita gente também que não define o que quer porque pensa que, para realizar um sonho, precisa abdicar de outro: trabalho ou casamento, filhos ou carreira, viver bem ou guardar dinheiro.
Ao contrário dos nossos avós imigrantes, que tinham de decidir entre comer no almoço ou no jantar, hoje raramente precisamos eliminar coisas importantes de nossa vida para realizar algo. Porém muitas mulheres ainda abrem mão de ter filhos para se dedicar à vida profissional. Muitos homens ainda abrem mão do casamento para fazer carreira. Muitas pessoas ainda abrem mão dos prazeres da vida para acumular dinheiro.
Não abra mão do que é importante para você.
Um bom líder não dirá: Esse projeto é demais para mim. Ao contrário, vai pensar o que precisa aprender para realizar o seu sonho, no que precisa mudar para conseguir o que quer.
O campeão sabe que as novas conquistas são resultados de novos aprendizados.
Autor: Roberto Shinyashiki
Reflexão selecionada pela Equipe Coaching e Vida.
segunda-feira, 4 de março de 2013
sexta-feira, 1 de março de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Estresse: o mal do século
Muito se fala sobre o estresse, que vem sendo caracterizado como a doença do século XXI. Um levantamento realizado pela Associação Internacional do Controle do Estresse, ISMA (International Stress Management Association), revelou que o Brasil é o segundo país do mundo com níveis de estresse altíssimos. Pelo menos três em cada sete trabalhadores sofrem a síndrome de Burnout e não sabem.
Resultado da soma de algumas respostas mentais e físicas, o estresse fisiológico, sem sobrecargas, pode contribuir de forma saudável para o crescimento e o desenvolvimento dos nossos ossos, músculos, cérebro e demais partes do corpo.
Sua causa como doença, porém, está relacionada aos estímulos externos e à pressão a qual é submetida uma determinada pessoa e ao desgaste que ela pode sofrer sob esta pressão. Para atender a essa demanda de cura, normalmente os tratamentos são associados à medicação e atividade física relaxante.
O termo “estresse” designa desgaste e tensão, tendo sua origem na física. Sua rápida propagação no mundo pode estar associada ao fato de que, por milhões de anos, o ser humano foi se adaptando biologicamente a um estilo de vida diurno e não sedentário, além de um ritmo de mudanças muito mais lento do que encontramos nos dias atuais, especialmente nas grandes cidades. O excesso de ruídos, as luzes artificiais que nos mantêm acordados à noite, a falta de exercício, a poluição, os engarrafamentos, o excesso de informações e de preocupações são exemplos de fontes de estresse no mundo moderno para os quais o nosso corpo não se adaptou.
Muito embora estejam intimamente ligados, estresse, ansiedade e transtornos de ansiedade são conceitos diferentes. Ansiedade é um estado de alerta especial que desenvolvemos quando estamos em situações de estresse, com o objetivo de aumentar a nossa capacidade de adaptação a situações novas e potencialmente perigosas. O nosso corpo desenvolveu complexos mecanismos que integram funções cerebrais e hormonais para regular quando ativar e desativar uma resposta de ansiedade e qual o tipo e a intensidade de resposta será a mais adequada às situações que vivenciamos. Quando estes mecanismos não estão funcionando adequadamente, dizemos que há, então, um transtorno de ansiedade.
O excesso de informações e de preocupações são exemplos de fontes de estresse no mundo moderno
Os transtornos de ansiedade podem ter diferentes tipos de estresse em sua origem, onde o indivíduo tem dificuldade de desativar o estado de ansiedade e passa a maior parte do tempo tenso e ansioso na expectativa de que algo ruim possa acontecer;
Há, ainda, as fobias, que são fortes reações de ansiedade, e o medo paralisante, que pode impedir o indivíduo de lidar com a situação temida; a síndrome do pânico, caracterizada por ataques repetidos de ansiedade súbita com sintomas corporais fortes, como sudorese, falta de ar e medo de morrer ou de enlouquecer; e o transtorno de estresse pós-traumático, quando a pessoa revive repetidas vezes em sua mente situações traumáticas pelas quais passou.
A Psicoterapia e em alguns casos o Life Coaching podem auxiliar o indivíduo no processo de autoconhecimento, para que ele possa lidar melhor com situações estressantes que o aprisionam em seus sintomas.
Autora: Fátima Bittencourt
Reflexão selecionada pela Equipe Coaching e Vida
Resultado da soma de algumas respostas mentais e físicas, o estresse fisiológico, sem sobrecargas, pode contribuir de forma saudável para o crescimento e o desenvolvimento dos nossos ossos, músculos, cérebro e demais partes do corpo.
Sua causa como doença, porém, está relacionada aos estímulos externos e à pressão a qual é submetida uma determinada pessoa e ao desgaste que ela pode sofrer sob esta pressão. Para atender a essa demanda de cura, normalmente os tratamentos são associados à medicação e atividade física relaxante.
O termo “estresse” designa desgaste e tensão, tendo sua origem na física. Sua rápida propagação no mundo pode estar associada ao fato de que, por milhões de anos, o ser humano foi se adaptando biologicamente a um estilo de vida diurno e não sedentário, além de um ritmo de mudanças muito mais lento do que encontramos nos dias atuais, especialmente nas grandes cidades. O excesso de ruídos, as luzes artificiais que nos mantêm acordados à noite, a falta de exercício, a poluição, os engarrafamentos, o excesso de informações e de preocupações são exemplos de fontes de estresse no mundo moderno para os quais o nosso corpo não se adaptou.
Muito embora estejam intimamente ligados, estresse, ansiedade e transtornos de ansiedade são conceitos diferentes. Ansiedade é um estado de alerta especial que desenvolvemos quando estamos em situações de estresse, com o objetivo de aumentar a nossa capacidade de adaptação a situações novas e potencialmente perigosas. O nosso corpo desenvolveu complexos mecanismos que integram funções cerebrais e hormonais para regular quando ativar e desativar uma resposta de ansiedade e qual o tipo e a intensidade de resposta será a mais adequada às situações que vivenciamos. Quando estes mecanismos não estão funcionando adequadamente, dizemos que há, então, um transtorno de ansiedade.
O excesso de informações e de preocupações são exemplos de fontes de estresse no mundo moderno
Os transtornos de ansiedade podem ter diferentes tipos de estresse em sua origem, onde o indivíduo tem dificuldade de desativar o estado de ansiedade e passa a maior parte do tempo tenso e ansioso na expectativa de que algo ruim possa acontecer;
Há, ainda, as fobias, que são fortes reações de ansiedade, e o medo paralisante, que pode impedir o indivíduo de lidar com a situação temida; a síndrome do pânico, caracterizada por ataques repetidos de ansiedade súbita com sintomas corporais fortes, como sudorese, falta de ar e medo de morrer ou de enlouquecer; e o transtorno de estresse pós-traumático, quando a pessoa revive repetidas vezes em sua mente situações traumáticas pelas quais passou.
A Psicoterapia e em alguns casos o Life Coaching podem auxiliar o indivíduo no processo de autoconhecimento, para que ele possa lidar melhor com situações estressantes que o aprisionam em seus sintomas.
Autora: Fátima Bittencourt
Reflexão selecionada pela Equipe Coaching e Vida
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