quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Sucesso! Ah, o sucesso


 
Uma palavra tão sonora e ao mesmo tempo tão carregada de expectativas, exigências, medo, ansiedade, felicidade.
É comum ouvirmos pessoas dizerem que querem ser bem sucedidas, mas muitas vezes não param para criar em suas mentes o que REALMENTE significa sucesso para elas. O que elas terão que fazer para encontrar o tão almejado sucesso? Do que elas terão que abrir mão para alcançá-lo? Quem elas seriam se tivessem obtido o sucesso nesse momento de suas vidas?
Encontrei uma passagem interessante do poeta Americano Ralph Waldo Emerson,  falando sobre o que é o sucesso para ele. Compartilho com carinho:
“A definição do sucesso:
Rir muito; ganhar o respeito de pessoas inteligentes e a afeição das crianças; ganhar a aprovação de críticos honestos e suportar a traição de falsos amigos; apreciar a beleza,  buscar o melhor nos outros; dar de si mesmo; deixar o mundo um pouco melhor, seja atravéz de uma criança saudável, um canteiro de jardim ou uma condição social redimida; ter brincado e rido com entusiasmo, e cantado com exaltação; saber que ao menos uma vida respirou mais fácil porque você viveu - isso é ter sucesso”
E para você, o que é ter SUCESSO?
 
Elena Anargyrou tem formação em Psicologia pela American College of Greece, especializada em Psicoterapia corporal pelo método Biossíntese, MBA em Administração de Empresas pela Middlesex University, Life and Executive Coach pela Kingstown College, Practitioner em PNL pela Society of Neuro Linguistic Programming. Life e Business Coaching - Equipe SC Coaching

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Equilíbrio na Vida!

 
Embora sempre haja quem cite de bate pronto duas ou três exceções, a principal regra para o sucesso profissional ainda é transformar esforço e dedicação, em resultados. Nessa busca pelo bom desempenho, muitos deixam de lado a vida pessoal, mas especialistas dizem que, com certos cuidados, é possível atingir o objetivo sem abdicar do convívio familiar e do lazer.

A primeira tarefa é definir claramente objetivos pessoais e profissionais e reservar tempo para ambos.

Recomenda se que feito isso, as divisões sejam respeitadas e, principalmente, aproveitadas. O tempo dedicado ao trabalho deve ser utilizado para que os esforços se convertam em resultados para a equipe e para a empresa. Da mesma maneira a pessoa deve desfrutar ao máximo os momentos de lazer em família ou com amigos.

Quem direciona corretamente seus esforços no trabalho poderá  colaborar para resultados em seu horário normal de expediente, sem ter de prolongar a permanência na empresa.

Lembre-se que horas extras significam mais custo para as empresas, o que pode levar a uma avaliação de deficiência de desempenho do funcionário.

Há momentos em que o equilíbrio pode ser quebrado, mas também de forma planejada e por tempo determinado. Uma mulher que esteja grávida pode diminuir seu ritmo em função do futuro bebê, sem necessariamente ser vista como alguém com menor capacidade.

Para o psicólogo José Roberto Leite, especialista em medicina comportamental da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), para a pessoa ter êxito, ela deve gerenciar diversos aspectos da própria vida. O profissional é apenas um entre tantos outros. Leite informa que também são fundamentais os cuidados com o organismo e com o lado psicológico, com controle sobre as reações, principalmente aquelas que levam ao estresse. Ele observa que a dedicação à vida profissional deve andar acompanhada de momentos voltados ao convívio pessoal. "Se uma delas for tratada com mais importância, a outra vai perder", garante. Na opinião dele, os objetivos profissionais devem estar claros.

APROVEITE O MELHOR DO SEU TEMPO

A consultora de Recursos Humanos Camila Mariano e o psicólogo José Roberto Leite dão algumas dicas para que possamos conciliar vida pessoal e vida profissional:

1 - Defina claramente seus objetivos, tanto os pessoais como os profissionais.

2 - Organize o tempo que pretende gastar na conquista de suas metas.

3 - Depois de estabelecer os objetivos dedique-se ao máximo a cumprir o caminho até atingí-los.

4 - Saiba separar vida pessoal e vida profissional. Lembre-se que nem todos seus colegas de trabalho são seus amigos.

5 - Fique atento para definir possíveis momentos em que
possam ocorrer desequilíbrios entre o trabalho e a vida pessoal. Não deixe de ter claro que as descompensações são temporárias.

6 - Conheça a si mesmo. Exercícios de
relaxamento e meditação podem ajudar, e serem feitos num final
de tarde.
7 - Faça uma análise crítica de sua forma de ver as coisas. Muitas vezes certos problemas são frutos da maneira como vemos as coisas e não de situações reais.

8 - Não defina sua conduta em função do que os outros possam pensar.

9 - Trace um plano de ação e ponha-o em prática.

É fácil dar receitas, difícil é conciliar na prática, ainda assim é possível.

Você divide suas atividades e necessidades em importantes e urgentes, importantes mas não urgentes, urgentes mas não importantes, e nem urgentes e nem importantes e estabelece as prioridades mais sensatas. Tendemos a só atender o urgente, seja ou não importante e deixar o que é importante, mas não urgente de lado, como dar atenção à família e tirar tempo para nos cuidarmos, o que é essencial para nosso equilíbrio e bem estar.

Reflexão revisada e selecionada pela Equipe SC Coaching.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Profissão Moda – fazer o que gosta, trabalhar com prazer não pensar em trabalho como sacrifício

 
Há um tempo eu entendia que trabalho significava sofrimento, muito esforço, pouco reconhecimento e muito cansaço. Sim, achava que trabalho tinha que ser assim.
Mas existia outra coisa que eu gostava, mas eu levava como hooby, porque para mim era algo tão simples, tão fácil, fluía tão facilmente, que não poderia ser trabalho, só poderia ser hobby.
Até que um dia eu descobri que você pode sim trabalhar no que gosta e se feliz, que não precisa ficar feliz só porque é sexta feira e chorar ao ouvir o jingle do Fantástico no domingo a noite, seu trabalho pode lhe dar prazer além de dinheiro.
Quando descobri isso, foi quase como estar fazendo algo errado, como? Eu não preciso sofrer? Não precisa ser um sacrifício? E a partir desse momento as coisas começaram a acontecer, e não vou dizer que caiu do céu, não foi fácil, mas foi prazeroso, são tinha sofrimento, de verdade fazer o que se gosta dá muito prazer.
Hoje sou muito feliz de minha carreira ter mudado tanto, não foi fácil largar o sofrimento e vir para algo que me dava prazer, parecia que eu tinha que dar explicações as pessoas de que eu estava feliz, louco isso né?
Por isso recomendo a todas as pessoas que ao escolherem sua profissão, pensem muito no que dá prazer e não o que dá dinheiro, pois não existe dinheiro no mundo que compre sua satisfação, sua felicidade, e juro que isso não é clichê.
Fernanda Klink é formada em marketing com especialização na University of California, San Diego, pós graduada em Negócios da Moda com extensão em CoolHunting pelo IED – SP.

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