sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A virada


A virada do ano costuma ser um marco na vida da maioria das pessoas. Nessa época elas percebem o que não realizaram e o que querem realizar no próximo ano, normalmente ficam cheias de entusiasmo, como se este marco fosse um divisor entre as não realizações do ano que está acabando e as grandes realizações que virão no ano que se inicia e enfim, sentem-se felizes por estarem mais próximas dos seus sonhos.
Poucas pessoas param para refletir em que momento todo o entusiasmo que surgiu na mesma época do ano anterior se esvaiu, o que aconteceu que as impediu de realizar seus sonhos? Apenas seguem repetindo o mesmo padrão do ano anterior, sem nenhuma análise do que realmente aconteceu, fazendo para si mesmas grandes promessas e pensam que desta vez será diferente, porém para que seja de fato, devem encontrar um modo diferente de agir, mais eficiente, fugindo das repetições de padrão que não funcionaram antes.
 Antes de proclamarmos nossas intenções para o próximo ano, vamos refletir um pouco sobre este ano que está acabando?
O que de fato o impediu de abandonar aquele vício? Comprar aquela casa? Fazer uma dieta e iniciar uma atividade física? Dobrar o seu faturamento? Fazer aquele curso? Aprender um novo idioma? Fazer aquela tão sonhada viagem? Iniciar uma nova carreira?  
Faltou ação? Foco? Tempo? Recurso financeiro? Comprometimento?
Como manter o mesmo entusiasmo durante todo o ano para que não esqueçamos os nossos sonhos e enfim possamos torná-los realidade?
Que tal criar uma estratégia organizada para cada um deles, segmentada passo a passo em direção ao resultado desejado e melhor ainda, vamos fazer dessa jornada um desafio interessante e prazeroso, mantendo durante todo o ano, o entusiasmo e a felicidade que sentimos na virada.
Isto é Coaching!   A nossa filosofia! Simples assim, como tudo que funciona.
Desejo a todos que 2012 seja um grande ano, de muitas realizações e acima de tudo, de grandes sonhos e conquistas.
“Tudo o que a mente humana pode conceber, ela pode conquistar”.    Napoleon Hill
Rita Novaes.
Empresária, Master Practitioner e Trainer em PNL, Professional Coach pela Sociedade Brasileira de Coaching.


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

O Coaching e o processo de excelência nas Organizações


Apesar do Coaching já existir no Brasil a mais de uma década, poucas empresas descobriram a revolução que essa metodologia pode trazer para a sua performance, mesmo sendo consenso que através do desenvolvimento e potencialização do capital humano, o único diferencial realmente possível no mundo corporativo, os resultados são sustentáveis e duradouros.
O Coaching veio para criar uma ponte segura entre a necessidade de desenvolvimento das pessoas e do negócio, cujos resultados com a maioria das metodologias tradicionais leva de médio a longo prazo para serem notados, o que torna inclusive para os profissionais de RH um desafio no que diz respeito ao retorno do investimento, perante uma dinâmica organizacional, que demanda resultados de curto, ou ainda curtíssimo prazo.
O processo de forma simplista, apenas faz com que as pessoas conheçam e potencializem suas forças e conhecimentos prévios, delas ou do negócio, através de ferramentas específicas, e foquem no desenvolvimento das competências que são de fato obstáculo para o se atingir  resultados, criando uma mudança de pensamento e conseqüente comportamento e cultura organizacional.
No entanto, o ideal é que essa nova cultura permeie todos os níveis organizacionais, pois como qualquer metodologia com base comportamental o “faça o que eu digo e não o que faço”, não é possível, existe o princípio de que as pessoas incorporam mais aquilo que vivenciam  e observam do que recebem de informação.  A credibilidade pode ser questionada se em algum nível a pratica não estiver congruente com o conceito.
 Esse talvez tenha sido o equívoco das organizações que investiram em treinamento de média liderança e equipes, e não conseguiram resultados diferenciados, até mesmo com conceitos baseados na metodologia do Coaching. É fundamental o apoio da alta gestão, o que acontece facilmente quando passam também pelo processo individual. 
O Coaching em todas as organizações pode ser aplicado no negócio (Business Coach), vivenciado por seus executivos (Executive Coach),  princípio de seus lideres (Leader Coach), caminho para progressão e
sucessão (Career Coach) e forma de desenvolvimento para equipes (Team Coach).  
As empresas que descobrirem isso serão diferencial de mercado por sua excelência !
Shirley Serra tem formação em Psicologia, Pós-graduação em Adm. de RH pela Fundação Getulio Vargas - SP e MBA em Gestão Empresarial pelo INEA; Personal , Professional e Executive Coaching  pela Sociedade Brasileira de Coaching; 14 anos de atuação na área de RH, Especialista na área de Desenvolvimento com ênfase em Liderança; Atualmente Coordenadora de RH de Multinacional do ramo automotivo. Consultora de negócios e Business Coach – SC Coaching.

Shirley Serra

Psicóloga e Business Coach

Equipe SC Coaching

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A Fábula da Lagartinha




“Aprendi que a coragem não é a ausência do medo, mas o triunfo sobre ele. O homem corajoso não é aquele que não sente medo, mas o que vence esse medo.
“(Nelson Mandela)”

Era uma vez uma lagarta. Como todas as outras lagartas, tinha o grande desejo de virar borboleta e voar. Mas, infelizmente, tinha muito medo do escuro.
Por ter medo do escuro, a pequena lagartinha recusava-se a tecer seu casulo. A ideia de passar algum tempo presa na escuridão era assustadora demais e ela dizia não estar preparada. Afinal, era uma jovem lagarta e teria todo o tempo do mundo para se preparar para aquele desafio. Enquanto isso ficava contente por ter folhas verdes e frescas à sua disposição.


Por mais que desejasse voar, a pequena lagartinha não podia dizer que era infeliz com sua vida de lagarta. O conhecido era confortável e ela ficaria assim até a coragem aparecer.


Mas o tempo passou e a pequena lagarta não criou coragem, não perdeu o medo do escuro e não teceu seu casulo. Todas as outras pequenas lagartinhas como ela, se tornaram grandes lagartas. Mas, diferente dela, as outras grandes lagartas teceram seus casulos, passaram seu tempo na clausura da escuridão e então renasceram belas borboletas.

 
A pequena lagartinha, agora grande e gorda de tanto comer folhas, via suas velhas conhecidas sobrevoando seu jardim - as mais belas e coloridas borboletas - e as invejava. Mas, embora seu corpinho já não fosse mais verde e tendesse mais para o marrom, e suas perninhas já não fossem mais tão fortes a gorda lagartinha ainda não se sentia preparada para enfrentar a escuridão de um casulo.


Então, um dia, a gorda lagartinha que agora era também uma lagarta velha e fraca se sentiu mais fraca ainda. Achou um cantinho no meio das raízes das plantas do seu jardim e permaneceu ali, pensativa. Descobriu então que ficou presa na escuridão a vida inteira porque, embora não tenha sido exatamente infeliz, nunca viveu em sua plenitude. A gorda lagartinha velha descobriu que o medo de ficar presa por pouco tempo na escuridão lhe tirou a liberdade de uma vida inteira voando à luz do sol.
Então, depois de entender tudo isso, aquela pobre lagartinha deu um último suspiro.

E morreu sem nunca ter podido voar. (Renata Esteves)

Reflita e analise se você está fazendo da sua vida o que a lagarta fez com a dela: deixou de viver a plenitude por medo e se conformou com o que tinha!

Roberta Marin Passos

Psicóloga e Coach

Equipe SC Coaching

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